Que as mães têm uma ligação (relação) especial e bastante intensa com os próprios filhotes é algo que sabemos bem. Além de que, provavelmente, somos ligados na nossa própria, esse é um fenômeno que está presente na natureza e, para vê-lo, basta assistirmos a qualquer documentário sobre o tema. Mas a sociedade é bem mais móvel do que as leis da natureza - que permanecem as mesmas desde sempre. Com a mobilidade dos casamentos de hoje em dia, a relação das mães com os filhos permanecem as mesmas (nenhum documentário conseguiu ainda explicar bem tamanho vínculo), mas as relações paternas mudaram bastante. Sou filha de pais separados e, na minha época, via meu pai a cada 15 dias. Essa era a lei. Hoje conheço muitos pais divorciados com filhos (eu e toda a torcida do Corinthians, provavelmente) e os pais participam muito mais da vida cotidiana dos filhotes. A própria lei mudou. Hoje existe a guarda compartilhada, e é possível ver os filhos duas vezes por semana, além, claro, dos finais de semana alternados. Mas o que mais me chama a atenção, é que os próprios pais mudaram as relações com os filhos e agora podem e querem (o que é mais importante) estar mais presentes.
Por isso, aqui minha homenagem aos pais presentes e as leis da sociedade que, as vezes, realmente mudam para melhor.
Para mais: http://www.dirjournal.com/info/oh-these-dads-photos-of-fathers-and-kids/














