
Sempre conto a história de que, desde que abri a Jaya!, perdi 10kg (pura verdade!). As pessoas me olham espantadas (será que é essa a cara que você está agora?), como quem pergunta: Mas… Como assim? Ela não desenha sentada? Explique melhor… Explico. Sempre digo que a Jaya! usa tudo o que eu tenho para dar ao mundo. Aquilo que tenho de melhor está posto aqui. Quando abri a empresa, tinha a sensação de que quase tudo estava sendo explorado dentro de mim, faltava apenas eu poder escrever. Sempre escrevi longos e engraçados e-mails para os amigos distantes - e sempre adorei. Quando morava em Barcelona, presenteava os mais pacientes com hilárias histórias (todas verídicas) das coisas que me aconteciam por lá. Há um ano, por sugestão de um amigo-cliente, comecei o blog da Jaya! e me encantei. Devo ter perdido mais uns quilinhos, pois- agora sim- todos os meus melhores departamentos estão sendo explorados, ou seja, tudo que entra por aqui em forma de energia sai em forma de desenhos, curvas, cores, textos e palavras. Sobra pouco para o corpinho mesmo (e sim, eu desenho sentada!).
Esse mês meu blog faz um ano, e ainda morro de orgulho quando recebo os comentários, ou alguém que se identificou com o que eu disse, ou quando percebo que as pessoas entram freqüentemente para ler aquilo que tenho a dizer. Eu simplesmente adoro. E que eu ainda tenha muitas outras palavras para escrever por aqui. E muitos leitores para lê-las.
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Tenho uma amiga toda antenada. Antenada em coisas bacanas e um pouco fora do comum. Quando marco um programa com ela em um sábado, por exemplo, a programação vai de poesia, shows a festas de gente interessante - geralmente tudo junto, um depois do outro, pra ficar ainda mais interessante! Sair com ela é sempre uma descoberta. Já faz algum tempo que ela me apresentou a Casa de Francisca. Uma casinha (casinha mesmo) pequenina, com pouca e luz e poucas mesas, com poesia nas paredes e comida pra lá de diferenciada. Nessa casa há sempre shows de tirar o fôlego. São sempre vozes incríveis, poesias inacreditáveis e sons de arrepiar. Num desses programas antenados, conheci o Arruda. Poeta quase oficial da Casa. Acho que em todos os shows que fui ele subiu ao palco para declarar suas palavras, poemas e pensamentos. Mas dessa vez, o alvo de suas palavras foi a Jaya! e suas (minhas?) cores. Lindo, lindo, lindo. Obrigada, Arruda!
Beleza são coisas acesas por dentro
jóias de jaya
cores atentas
a poesia das coisas
nas coisas
que ela
inventa
arrudA
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Ok, a vida é dura. O dia a dia um pouco maçante, talvez? Às vezes as coisas ficam um pouco sombrias e a gente perde o fio da meada. Em alguns dias fica mais difícil sair da cama quentinha e encarar aquela chuva de coisas que nos aguardam. Às vezes dá uma preguiça de tudo. Mas a vida tem muitos presentes. São aquelas coisas que nos (re) acendem e nos devolvem ao fio da meada. Por esses dias, em meio a muitas coisas que não exatamente andam querendo ajudar por aqui, recebemos esse email de uma cliente. Posso dizer que foi como se tivessem acendido uma fogueira no meio da sala. Todo mundo se incendiou daquela sensação boa -quentinha- de recompensa e, (re) aquecidos, voltamos ao trabalho. Obrigada Nina, o prazer é todo nosso.
isabella!!!!!!
acabei de receber as peças!!!!!!!!!!!!!!!
amei tudo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
nossa…os relogios de pulso sao demais!!!!! os bancos e animais de papelão…sem explicação…os porta-retratos…tudo lindo!!!!!!
com certeza vamos ser otimos parceiros!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
muito obrigada mais uma vez e parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Repasse os parabéns para todos da equipe!!!!!!
beijos
nina bitelo gernemann ::: NBJG arquitetos
http:\\nbjg.org
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Uma frase que uso muito é “no fundo, todo mundo é igual”. Quando digo isso, me refiro àqueles sentimentos mais primários (não é, mãe?) de que todos nós, seres humanos, viemos recheadinhos. De ciúmes aos mais variados tipos de fragilidade - passando por alguns desejos em comum - têm uma parte de nós que é sempre bem parecida. Sem entrar no mérito se isso se deve pela nossa cultura e educação ou simplesmente por que nossos genes funcionam assim (precisaríamos de muitos posts para dissertar sobre isso), essa semelhança pode ser bem divertida. E acho que a dona desse blog sabe disso! Lendo o blog Tudo Que Eu Queria (que casa cada desejo com a melhor imagem que poderia descrevê-lo… Incrível!) me senti parte do todo. Tem desejos ali que eu achava que eram só meus, mas… já faz até parte de um blog! É, para mim, sem dúvida, lá no fundinho, somos todos bem parecidos. Vá lá e identifique-se!
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Ok, ok, confesso! Não resisti… Já adoro essa Girafa (Jayrafa, para os íntimos), e ainda mais com algum pequeno interagindo com ela. Assim que vi essa foto no blog da linda loja Tudo que eu queria, me apaixonei (mais). E aí quis dividir, né?? Elas não são um charme?
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Lembro que quando mudei de casa, passei o primeiro mês todinho com uma sensação estranha de que aquela não era a minha casa. Por isso, tratei logo de chamar os amigos para a primeira festinha de casa nova e, assim, colocar boas energias naquele que, agora, era o meu cantinho. Lembro quando uma das minhas amigas chegou para a festa. Abri a porta e, antes mesmo do beijo de oi -e de por seus pesinhos dentro da casa nova!- ouvi ela dizer: quanta cor! Na hora, pensei: acho que ela nunca foi na Jaya!. Mas ela tinha razão. Ainda que a maioria das parede sejam brancas, cada cantinho tem suas cores e acho que no geral é essa a sensação mesmo. Por isso, outro dia, olhando o blog da Farm (que também mantém as cores como sua marca registrada) me deparei com essa sala de reunião (que segundo o blog é a sala de reunião deles mesmo, de verdade). Fiquei pensando que isso facilita tudo! Já pensou ter as cores de referência dos nossos desenhos ali, do ladinho, estampadas na parede? A idéia é boa e a sala, linda! Adoramos!
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Quando comecei a Jaya! - e conseqüentemente comecei a desenhar produtos - ninguém me disse claramente a empreitada que era -e é- transformar aquele monte de idéias em produtos palpáveis -e vendáveis! Claro que quando crescemos aprendemos que o mundo das idéias é sempre menos restrito do que o real; “o papel aceita tudo”, como se diz por aí. Mas daí a entender o que realmente significa isso aqui no Brasil, foi um árduo caminho. Por isso quando vi esse site quase me emocionei. Imagine alguém querer produzir suas idéias (sejam elas de qualquer nível de complexidade) e ainda vendê-las no mercado lá fora? Quase não dá pra imaginar, né? Mas é isso mesmo. O projeto Brazilian Designers veio para tornar toda a criatividade nacional em produtos palpáveis e vendáveis. O designer poderá assinar suas peças (a idéia é realmente vender o design brasileiro lá fora) e ele será remunerado através de royalties. Eu sei, é bom demais pra ser verdade, mas como digo por aqui, às vezes essas coisas realmente acontecem. E ao que parece, aconteceu mesmo. Inscreva-se!
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Lembro do primeiro dia que a vi. Ela estava ali, com aquela típica expressão de primeiro dia, sentada em sua carteira. Lembro-me que batucava algo na mesa, e lembro como falava rápido. Quando indagada sobre o por que estava ali, e qual caminho havia traçado na vida para chegar até lá, vi um monte de interesses saltarem de sua boca. O mundo, pra ela, era realmente um lugar para se desbravar. Pouco a pouco, durante toda a pós graduação, fomos nos aproximando. Mas acho que realmente nos apaixonamos uma pela outra quando ela passou muitos dias comigo em Barcelona. Marina é uma amiga pra sempre. Vimos a vida de cada uma mudar, os rumos, os interesses, mas ela continua sendo, pra mim e acho que pra ela mesma, aquela menina que quer engolir o mundo inteiro. Por isso acho que não podia ter arrumado um trabalho melhor. Dentro de tudo que ela já fez -e daquilo que ainda irá fazer- ela agora apresenta um programa sobre sustentabilidade na Tv Brasil. Vi um episódio outro dia (gritando de orgulho em casa) e ela estava devidamente comandando o Sustentáculos. O programa é bem gostoso. A ideia é trazer esse assunto (sustentabilidade) para o nosso dia-a-dia, e mostrar soluções que pessoas e comunidades já colocaram em prática para preservar nosso pequeno planeta.
Pelo que entendi, nesse exato momento ela se encontra no Pantanal, explorando mais um pedacinho desse mundo que ela já começou a engolir.
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Esse ano a famosa revista de decoração Casa Claudia completa 33 anos. As comemorações vieram em forma de novidades; uma revista mais gordinha, um formato novo e um papel diferente. Dentre todas as inovações festivas, recebi um convite para comemorar esse marco junto com eles (adorei, claro!). A brincadeira era customizar uma cadeira toda branquinha - a famosa Dinamarquesa do Arne Jacobsen. Para isso, eles escolheram quatro artistas (Ateliê Josephina, Ana Casatti, Sandra Mara e eu) cada uma com um tipo de trabalho - diferentes tanto no estilo quanto no material com que trabalhamos. O resultado? Uma tarde de puro luxo no estúdio dos sonhos da querida fotógrafa Cacá Bratke, e quatro lindas cadeiras que estampam as paginas da revista comemorativa. Para mim, orgulho total de ter meus traços e minhas cores andando por essas páginas. Adorei!
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Muitas vezes recebemos os pedidos dos nossos clientes pela internet. Trocamos alguns e-mails, telefonemas e o contato está feito. Sem mais, o cliente recebe seus produtos na loja. Por isso, muitas vezes (na maioria delas, na verdade) não conhecemos a loja em que habitam nossas criações. Vez ou outra recebemos alguma foto com a loja em questão (adoro!!). Dessa vez quem mandou a foto foi a Objeto, uma loja que acaba de inaugurar no Rio de Janeiro - com toda a pompa, já aparecendo com nosso relógio na Veja! Foi uma surpresa boa. Quando vimos a loja, babamos com o bom gosto e a sofisticação. Nossos produtos não podiam estar morando numa casinha melhor. Adoramos!
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