Zoo Parade 2011

realização Jaya Design Fundação Gol de Letra

ZOO PARADE 2

ZOO PARADE 2 no ar!!!


Os banquinhos ZOO da designer Sabrina Arini, feitos 100% de papelão ondulado, foram comprados pelo MoMA de Nova Iorque para serem vendidos em suas lojas. Foi aí que a Jaya! convidou artistas, como Fernando e Humberto Campana, para darem um toque especial aos banquinhos.

Em sua segunda versão, a ZOO PARADE 2 propõe que o visitante descubra como um pedaço de papelão pode virar uma obra de arte. As obras serão expostas no MuBE durante o mês de maio e serão leiloadas em prol da Fundação Gol de Letra, do ex-jogador Raí.

 

Ouro

Banco ZOO ganha OURO no Festival ABP (Associação Brasileira de Propaganda). Um dos prêmios mais importantes do Brasil!

Bancos ZOO PARADE no MUNDO JAYA! – post by Gol de Letra


Foi lançado nessa semana o site Mundo Jaya!. Nele é possível comprar os bancos ZOO, customizados por artistas de diversas áreas, que terão toda renda revertida para a Fundação Gol de Letra!
Conheça a trajetória do banquinho que rodou o mundo, passou pelas mãos de grandes artistas, e agora pode ir parar na sua casa!
Em 2008, o Estúdio Jaya! Design criou os banquinhos ZOO, feitos 100% de papelão ondulado, estruturados apenas por encaixes e estampados com bichinhos para a criançada montar e colorir!
Em 2009, o MoMA de Nova Iorque gostou da idéia e comprou alguns banquinhos para vender nas suas lojas.
Em 2010, a Jaya! resolveu entregar o banquinho para artistas – como irmãos Campana, Orlando Guerreiro, 6emeia e Fernanda Yamamoto - se colocarem no lugar das crianças e os personalizarem. Nasceu a ZOO Parade!
Em 2011, os banquinhos customizados ficaram expostos no MuBE, onde alguns foram leiloados em beneficio da Fundação Gol de Letra. Os outros estão disponíveis no Mundo Jaya. Conheça e participe!
Ah, e enquanto escrevíamos esse texto, descobrimos que este ano o banquinho foi para a shortlist do Cannes Lions Design, a lista com os finalistas do prêmio que é um dos mais renomados do cenário mundial

Raí e Sabrina Arini no leilão ZOO PARADE 2.

 

Banco ZOO finalista em Cannes!

Às vezes eu acho a vida muito engraçada. A Jaya! mora em um predinho de 3 andares. E, logo embaixo dela, mora o Cosí – restaurante do famoso chef Renato Carioni. O meu sobe e desce diário me rendeu boas pernas, mas também bons encontros, como com os donos do restaurante e, pasmem, os amigos deles. Já passei noites de vinho e risadas por aqui e conheci um dos melhores amigos do Renato (além da mulher, filhos, sogra…), o diretor de criação da agência Giovanni+Draftfcb. Mais ‘biônico’ que eu, ele processa mil idéias por segundo, e joga todas elas na mesa, para quem souber ouvir e aproveitar. Foi em um desses encontros gostosos que criamos a ZOO PARADE. Sim, ele foi o publicitário que lapidou comigo essa idéia e até hoje se surpreende com o que fiz com ela. Recebo e-mails dele dizendo: ‘Dona Jaya! (já desencanei de chamar Sabrina) eu não acredito!!’ Adoro. Pois em mais um desses encontros ele me propôs inscrever o famoso banco ZOO (que a sua filhota já tem uma coleção!) em prêmios que a Giovanni costuma participar. Eles entrariam com toda a parte logística, financeira e burocrática do premio, e eu entraria com as peças (caso selecionado), meu nome e nome da Jaya!. Fechado, disse eu. Pois hoje um amigo querido (que vive nesse mundo de prêmios mais do que eu) me ligou cedo dizendo que meu bichinho (ou seria banquinho?) estava no Short List de Cannes! Eu: ‘O que??’ Fiquei meio confusa (leiga no assunto, confesso), mas meu amigo rapidamente me deu a dimensão do que se trata: Querida, inscreveram mil, e selecionaram 10; o seu é um deles. OK, entendi a importância e me enchi de orgulho. Corri para o computador mais próximo para ver meu nominho lá, na pagina de Cannes. Incrível essa vida.

 

Banco Primaveril no pregão!

Leilão ZOO PARADE 2

O impossível pra mim não existe. Os (bem) próximos a mim já me ouviram dizer isso em algum momento. Não, isso não é nenhuma crise de mulher maravilha nem de narcisismo desenfreado. É apenas que, decidida de algo, não meço esforços para fazer aquilo acontecer, literalmente falando. E isso também não é um discurso politicamente correto, pois geralmente essa pequena frase me causa inúmeros… desconfortos? O fato é que me entrego aos meus projetos com tudo o que tenho (às vezes com o que não tenho também, mas isso é assunto para um outro post). O problema maior é que preciso acrescentar algumas letrinhas nessa frase que sempre guiou minha vida. Dentro daquilo que eu posso controlar e está ao meu alcance, nada é impossível (mas na verdade ando repensando isso também. Sempre bom revermos conceitos em uma certa época da vida). Lembro sempre de uma fala da Julia Roberts interpretando a determinada Erin Brockovich no filme que leva seu nome. Em algum momento ela diz ao advogado que trabalha com ela (quando ele cisma em afirmar que aquilo – uma decisão qualquer) não era pessoal. Ela, aos berros, como era de costume, diz a ele que se todo aquele trabalho, àquelas horas longes dos filhos, dos amigos queridos, do empenho, das noites acordada (…), se tudo aquilo não era pessoal, ela não sabia mais o que era.

O Leilão ZOO PARADE 2 aconteceu no dia 07/06/2011. Foi a segunda versão do evento que aconteceu em Novembro, em um dia caótico em São Paulo. Marcamos em um dia de inverno, desses em que o ar está seco, de tanto que falta chuva. O dia amanheceu quente, para uma seqüência de dias e semanas de um frio de rachar. Lembro que quando cheguei ao MuBE vi algumas esculturas deles (que ficam na parte externa) ao chão, arrebatadas pelo vento (quente) e forte. Enquanto preparávamos as coisas para o evento daquela noite, ouvi boatos que chovia. Aquilo, honestamente, não me impactou. No inverno chove leve e pouco. As 18h50 (o evento estava programado para as 19h) meu telefone toca. Era o Raí contando que estava saindo de casa, mas que chovia muito e estavam caindo árvores e que ele simplesmente não acreditava no que estava acontecendo (de novo). Trocamos alguns desabafos sobre estarmos passando por isso novamente e desligamos, com ele dizendo que estava a caminho, apesar das árvores. Desligo o telefone e anuncio a situação para os parceiros, que chegaram antes do caos se instaurar (de novo, preciso dizer?) na cidade.

Depois de muita conversa entre os organizadores, ficou decidido que íamos leiloar apenas alguns bancos (em respeito aos (poucos) presentes que atravessaram a cidade em caos para chegar, ao leiloeiro e ao evento), mas o restante seria (será) leiloado de outra forma, ainda não definida.

Ainda assim, subimos ao palco (eu, Raí e o indescritível Reinaldo) e leiloamos incríveis 7 bancos, devidamente arrematados pela platéia animada.

Voltei pra casa com um misto de sensações que ainda não consigo explicar. Por mais que o evento tenha sido gostoso, os amigos presentes sempre deliciosamente bem vindos e as muitas risadas que demos pra lá e pra cá do auditório do MuBE, apenas consigo pensar que por mais que faça o (im)possível acontecer, existe uma parcela muito grande da vida e das coisas que não controlo e não decido. Por isso, em mais um Leilão ZOO PARADE chove torrencialmente, mesmo que a gente tenha feito mais que o possível para ele acontecer.

 

 

Bolsas ZOO PARADE!

 

Talvez isso seja mesmo um pouco clichê. Mas (e sempre digo isso por aqui) os clichês têm alguma razão para existir – e serem um clichê. Geralmente é uma verdade tantas vezes repetida (óbvia?) que dá aquela sensação de que nem precisamos mais ouvir e/ou dizer. ‘Os filhos são para o mundo’. Cresci ouvindo minha mãe dizer isso e, logo cedo -assim que comecei a fazer produtos- senti na pele. Sim, nossos filhos (de qualquer ordem) são, e devem ser, para o mundo. Na verdade é isso que mais gosto de ver nos filhos que ponho no mundo. Gosto que meus produtos ganhem vida em outra casa, novas histórias e utilidades (já contei que uma cliente me disse que meus porta-shampoos ficariam ótimos na cozinha, como porta talheres?).  Pois é, pôs no mundo, ao mundo pertence. Vejo assim a (minha?) ZOO PARADE. Já contei por aqui a minha satisfação de ver as pessoas envolvidas no (meu?) evento, na minha idéia. Mas quanto mais a ZOO PARADE amadurece, mais ela cresce e ganha o mundo. Em uma parceria com outra empresa (a Kapa + Ecoembalagens) o projeto ganhou lindas bolsas feitas de tecido pet e com cara de ZOO PARADE. Lembro que, sentada na reunião para a definição desse primeiro produto ZOO PARADE, olhava as parceiras (uma legião de mulheres!) e pensava – satisfeita- que mais um filho meu ganhou o mundo e ganhará novas formas. Eu simplesmente me sinto realizada.

Sacolas Zoo Parade 2, feitas com tecido reciclado de fios de garrafas PET – com 49% fios de garrafas pet recicladas e 51% fios de algodão. Matéria prima produzida com garrafas PET coletadas por catadores de lixo, que têm nesse trabalho sua principal fonte de renda. 100% da renda arrecadada com a venda da bolsa será revertida para a Fundação Gol de Letra.

A primeira edição está esgotada, mas jájá tem mais!

Interessados entrem em contato por zooparade@jayadesign.com.br

 

Coquetel ZOO PARADE 2


Sou designer gráfica. Na verdade pode-se dizer que sou ‘designer estática’. Gosto de desenhar coisas que não se mexem. Essas que podemos ficar parados apreciando (não que não aprecie design ‘móvel’ – posso chamar assim?). Mas gosto de desenhar formas que ficam paradas. Por isso, pra mim, quando desenho um layout ou um produto, é quase (quase!) a mesma coisa. Com o tempo fui descobrindo que minha paixão por produtos tinha mais a ver com o fato deles serem mais palpáveis e, mais do que isso, mais usáveis mesmo (pelo menos mais do que um logotipo, por exemplo). Gosto de desenhar, inventar e criar coisas que de alguma maneira interfiram (literalmente, se possível) na vida das pessoas. Quando estou sentadinha na minha mesa criando, sempre imagino que tem alguém ali, no mundo lá fora, que um dia irá usar, vestir, experimentar, a minha criação. E ela nem sabe que estou aqui agora criando isso pra ela! Essa, eu acho, é minha verdadeira paixão. Concretizar coisas que eu penso, e entregá-las ao mundo.  Por isso tenho verdadeira paixão pela ZOO PARADE (1, 2, ou 18…). Assim que montamos a exposição na terça, no MuBE, um pouco antes do coquetel, sentei ali sozinha e pensei: ‘Nossa, isso um dia foi apenas uma idéia na minha cabeça. Hoje está aí, de pé, no mundo’. E fui pra casa (para me arrumar, como uma boa mocinha) pensando em quanta gente hoje já está envolvida de alguma forma com o projeto e que isso, pra mim, é uma satisfação enorme, um orgulho e é a energia que me move todos os dias.

Mais um post raptado!

Está virando moda isso de ‘roubarmos’ posts por aí! Esse foi raptado diretamente do blog da Gol de Letra, e todinho sobre nós! Ah, irresistível não roubar!

 

Leia aqui na íntegra!